O Carnaval do Rio de Janeiro em 2026 promete transformar a Marquês de Sapucaí em um grande palco de memória, identidade e reflexão social. As 12 escolas do Grupo Especial apostam em enredos que transitam entre homenagens biográficas, ancestralidade afro-brasileira, cultura popular, religiosidade e narrativas autorais.
Os desfiles acontecem nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, divididos em três noites.
📆 Domingo – 15 de fevereiro
Acadêmicos de Niterói
Do Alto do Mulungu Surge a Esperança
A escola estreia no Grupo Especial contando a trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva, destacando origem humilde, luta social e ascensão política.
Imperatriz Leopoldinense
Camaleônico
Homenagem a Ney Matogrosso, exaltando sua liberdade artística, estética transgressora e importância cultural.
Portela
O Mistério do Príncipe do Bará
Enredo inspirado em Custódio Joaquim de Almeida, figura histórica ligada à religiosidade afro-brasileira e à resistência negra no século XIX.
Mangueira
Mestre Sacaca do Encanto Tucuju
A verde e rosa mergulha na cultura afro-amazônica, unindo espiritualidade, saberes tradicionais e defesa da floresta.
📆 Segunda-feira – 16 de fevereiro
Mocidade Independente de Padre Miguel
Rita Lee, a Padroeira da Liberdade
A escola homenageia a cantora Rita Lee, símbolo de irreverência, liberdade e protagonismo feminino na música brasileira.
Beija-Flor de Nilópolis
Bembé do Mercado
Enredo que celebra o tradicional festejo afro-religioso do Recôncavo Baiano, patrimônio cultural ligado à fé e à resistência do povo negro.
Unidos do Viradouro
Pra Cima, Ciça!
Uma homenagem ao mestre de bateria Ciça, figura fundamental na história do samba e do Carnaval carioca.
Unidos da Tijuca
Carolina Maria de Jesus
A Tijuca leva à avenida a trajetória da escritora que transformou a vivência na favela em uma das obras mais potentes da literatura brasileira.
📆 Terça-feira – 17 de fevereiro
Paraíso do Tuiuti
Lonã Ifá Lukumi
O enredo aborda a religiosidade afro-diaspórica, conectando tradições africanas, caribenhas e brasileiras.
Vila Isabel
Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África
Uma celebração da ancestralidade africana e sua influência direta na formação do samba.
Acadêmicos do Grande Rio
A Nação do Mangue
A escola presta tributo ao movimento Manguebeat, unindo música, crítica social e consciência ambiental.
Salgueiro
A Delirante Jornada Carnavalesca da Professora que Não Tinha Medo…
Com linguagem lúdica e provocadora, o Salgueiro aposta em um enredo autoral que mistura fantasia, educação e crítica social.
E aí, a gente quer saber para quem é a sua torcida. Deixa aqui nos comentários abaixo.
